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Zinco

O ZINCO DOS NOSSOS DIAS
Desde o inicio da sua utilização o material que se utiliza na área das coberturas e revestimentos de fachadas tem vindo a ser melhorado, quer quanto ás suas propriedades mecânicas, quer mesmo quanto á resistência aos meios atmosféricos. Assim deixou de ser utilizado o zinco, puro sem aditivos, para se passar a utilizar zinco aditivado com titânio e cobre, nomeadamente. É pois uma liga de zinco, de composição rigorosamente controlada por normas internacionais, o material que hoje utilizamos na nossa atividade.

O PROCESSO
Para se chegar ao material que nos serve de matéria prima, o zinco passa por um longo e moroso processo de transformação que tem lugar nas fábricas dos fornecedores e que pode ser descrito como sendo, sobretudo, um processo de laminagem. Este processo inicia-se com a fusão do metal, sua purificação e aditivação com pequenas quantidades de cobre e de titânio. Esta mistura, que se encontra a cerca de 400 ºC, é vazada para uma máquina especial onde é moldada e onde arrefece e solidifica.
Esta máquina forma uma tira de cerca de 1,100 mm de largura e 14 mm de espessura que pode então ser laminada. A operação inicia-se com a passagem em sequência por cinco estações de laminagem, até ser atingida a espessura requerida para o produto. As espessuras mais utilizadas situam-se entre os 1,20 mm e os 0,65 mm.
No final deste processo, a tira de material é enrolada á volta de um cilindro de aço formando uma bobina. Esta pesa cerca de 20 toneladas e o seu comprimento médio, dependendo da espessura, é de cerca de 4.000 metros.
Quando a bobina atinge o peso de 20 toneladas a tira é cortada. A bobina deixa a linha de enrolamento enquanto que a tira contínua de metal está já a ser enrolada á volta de um novo cilindro metálico. Esta operação é totalmente controlada por sofisticados sistemas eletrónicos e é realizada sem que haja qualquer interrupção ou abrandamento na velocidade de progressão da tira original de metal fundido.

PROPRIEDADES
Os dados seguintes são os standards referidos pela EN 988 de Junho de 1996. Esta é a norma mais importante no que diz respeito ás especificações de zinco e suas ligas em forma de produto laminado, de aplicação na construção.

1. Composição Química
2. Propriedades Mecânicas
3. Propriedades Físicas

DURABILIDADE
A duração de uma cobertura ou fachada de zinco é proporcional á espessura da chapa utilizada. Pesquisas recentes com esta liga de zinco, indicam um prazo previsível de durabilidade até 100 anos baseado em metade de perda da espessura da chapa de 0,8 mm.

ASPETO
O aspeto brilhante que o zinco possui á saída da laminagem, face á exposição ao meio ambiente, vai gradualmente transformando-se numa tonalidade mate acinzentada. É o resultado da formação de uma patina de carbonato básico de zinco na superfície do metal.

OXIDAÇÃO
Tal como a generalidade dos metais, também o zinco reage em contato com o oxigénio do ar, dando origem a fenómenos de oxidação. O que se
torna necessário realçar, é que esta oxidação, ao contrário do que acontece nos metais ferrosos, não é um fenómeno destrutivo para o material, bem
pelo contrário, a sua existência dá lugar á criação de uma camada de material protetor a que se dá o nome de patina.

PATINA
Em primeiro lugar a superfície do zinco reage com o oxigénio do ar, formando-se óxido de zinco. Em presença da água (das chuvas, humidade)
forma-se então hidróxido de zinco, que reagindo com o dióxido de carbono da atmosfera, se transforma numa densa, fortemente adesiva e insolúvel
camada de carbonato básico de zinco (patina). Esta camada de proteção é a responsável pela alta capacidade anti-corrosiva do zinco.

CONTATO COM OUTROS MATERIAIS
O zinco possui uma superfície uniforme e pode ser fixado ao ferro e ao aço, alumínio e chumbo sem grandes riscos de corrosão electrolítica. Águas provenientes de passagens sobre ferro e aço não protegidos podem originar o aparecimento de manchas na sua superfície. Todavia estas não causam qualquer efeito na durabilidade do material.
Na presença de um eletrólito (água da chuva, condensações, etc. ) existe o risco de corrosão eletro-química (devido á formação de um arco voltaico). No entanto o contato com outros metais é ainda possível, conforme se pode ver na seguinte tabela, desde que somente se coloquem em
contato os metais assinalados com +.

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